fgd
quando alguém te elogia, pode ser que ela esteja, ou mentindo, ou o pior!:, falando a verdade. se eles estiverem falando a verdade, eles estão sendo leais e esperam sua lealdade de volta, mas eu sou meio mesquinha e não quero retribuir essa lealdade. qualquer que seja o elogio, vamos pulá-lo!
sexta-feira, 30 de março de 2012
domingo, 25 de março de 2012
frustração familiar (minha)
aquele momento que você diz (toda humana e meiga): ''você poderia da próxima vez, tomar banho com a tampa do vaso abaixada, é que molha e depois é ruim pra usar o vaso.''
aí o des-humano, ignorante, animal, em fim, um brutamontes!, diz: ''eu não, eu sento no vaso poucas vezes..''
aí o des-humano, ignorante, animal, em fim, um brutamontes!, diz: ''eu não, eu sento no vaso poucas vezes..''
quarta-feira, 21 de março de 2012
Outro borboleto
N'outro dia, d'outro lado da cidade, d'outra forma -nunca ouvida falar-, um outro malandro virou outra borboleta. A explicação dada aos amigos, foi uma daquelas outras desculpas esfarrapadas:
-''Havia uma outra árvore, n'outro lugar, n'outra época, n'outra estação, n'outro encantamento. Essa outra árvore queria se casar, mas não tinha seu amado (o outro havia morrido). Como vocês sabem, meus amigos -disse o outro novo borboleto-, árvores só se casam com borboletas, e eu, amante que sou da natureza, me apaixonei seriamente, por essa outra sofrida árvore.''
Mal sabiam os amigos, que esse outro malandro, na verdade só queria viver outra loucura, e, por sorte, por azar, caiu na lábia dessa outra sofrida árvore (morta agora). E assim foi pelos outros seguintes anos, n'outros lugares e d'outras formas, outros malandros, amantes e sonhadores -idiotas- (pequenos que são), virando borboletos, lindos! Entristecendo com suas outras amadas, morrendo d'outros problemas.
NOTA: *não há mesmo um sentido. as palavras nem mesmo concordam umas com as outras às vezes..
(se você achar um sentido, pode ser que eu ria da sua cara)
segunda-feira, 19 de março de 2012
impossível amar quem não te ama. o amor é crescente. construído. é mudável. é com o tempo. é com os dois.
domingo, 18 de março de 2012
Meu coração..
Meu coração diz ser tão novo, e na vontade do povo, em fim não está em mim.
Meu coração só faz besteira, de baixo da laranjeira, vendo o pôr-do-sol escutar o bocejo de uma nova manhã.
Meu coração agora diz ser de aço, pra não ficar em pedaço quando um outro, estranhar de novo meu passo.
Meu coração quer ser enorme, igual ao daquela moça que estava ali sentada, fazendo meu café. (todas as manhãs)
Moça querida.
Moça querida do..
Moça querida do meu..
Moça querida do meu coração.
Moça querida.
Moça querida do..
Moça querida do meu..
Moça querida do meu coração.
E quem comigo esteve nesses últimos meses:
Sabe que meu coração sempre foge com algo inesperado, com algo que lhe passa medo. Sabe que meu coração não aguenta peso, e logo que algo lhe fica sobrecarregado, corre pro mais longe que pode. Sabe que meu coração é frágil e não aguenta essas coisas. Sabe que meu coração tem medo.
Mas o que não sabe, é que nada disso vale a pena pro meu coração. (mentira)
Mas o que não sabe, é que, meu coração, não foge de quem vale a pena. (mentira)
------------
Meu coração sabe o que quer, mas não entende como isso pode dar certo.
Meu coração não vê como vai conseguir sobreviver nesse mundo, de tão vagabundo, cheio de regras pra se aprender.
Meu coração não conhece a história, e não quer conhecer. Meu coração não sabe como vai conseguir vencer, sem isso saber.
Meu coração já se cansou, de tentar entender como vai ser.
Meu coração sente medo, quando pensa -em segredo- no futuro.
Meu coração, apesar da boca dizer tanta maturidade, vive querendo e correndo sonhos; sonhos de criança!
------------
Sabe que meu coração sempre foge com algo inesperado, com algo que lhe passa medo. Sabe que meu coração não aguenta peso, e logo que algo lhe fica sobrecarregado, corre pro mais longe que pode. Sabe que meu coração é frágil e não aguenta essas coisas. Sabe que meu coração tem medo.
Mas o que não sabe, é que nada disso vale a pena pro meu coração. (mentira)
Mas o que não sabe, é que, meu coração, não foge de quem vale a pena. (mentira)
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Meu coração sabe o que quer, mas não entende como isso pode dar certo.
Meu coração não vê como vai conseguir sobreviver nesse mundo, de tão vagabundo, cheio de regras pra se aprender.
Meu coração não conhece a história, e não quer conhecer. Meu coração não sabe como vai conseguir vencer, sem isso saber.
Meu coração já se cansou, de tentar entender como vai ser.
Meu coração sente medo, quando pensa -em segredo- no futuro.
Meu coração, apesar da boca dizer tanta maturidade, vive querendo e correndo sonhos; sonhos de criança!
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Mas, meu coração, bate feliz, quando te vê. (te ouve/te lê/te sente)
Meu coração quer liberdade, sem ter maldade.
Meu coração quer liberdade, sem ter maldade.
sábado, 17 de março de 2012
vi.
vi uma frase de um tal caio. adorei. clichê? virou sim, mas é.
''Tô me afastando de tudo que me atrasa, me engana, me segura e me retém. Fui ser feliz, e não volto!'' - Caio F Abreu
''Tô me afastando de tudo que me atrasa, me engana, me segura e me retém. Fui ser feliz, e não volto!'' - Caio F Abreu
é ou não é a cara do nosso (meu) querido osório?
meu deus! linda música, magnífico clipe!
quarta-feira, 14 de março de 2012
domingo, 11 de março de 2012
construindo uma coluna com puro desejo amoral
construindo uma coluna com puro desejo amoral.
sábado, 10 de março de 2012
na loucura, na loucura mais real. no cabelo mais encaracolado. no cabelo mais liso -perdido.
me escondo, me encubro.
e nesse vai-e-vem de jogos, fico na tristeza, na tristeza mais real.
misturando a loucura de agradecer, com a real gratidão
com a saudade mais extrema e a pimenta mais picante:
sinto como se minha língua não mais existisse!
sinto, também, que meus pés, não mais tocam o chão..
sinto como se um pedaço de mim tivesse pulado fora dizendo que tudo vai ficar bem, mesmo sem a parte mais importante do corpo: o coração.
sinto, mesmo que não, sua presença mais forte a cada dia que passa e quanto mais entendo o que acontece.
sinto sua mão tocando meu rosto e seus olhos me encarando, suplicando: "salve-me!"; mas não pude e abandonei quando não deu pra mim, egoístizando nossa relação.
e todo dia que ouço ''um dia frio.. um bom lugar pra ler um livro, e o pensamento lá em você, e sem você eu não vivo..'', lembro do meu desprezo. então choro.
e toda noite, quando vejo a foto do menino mais novo que eu, sete anos, que se diz a mesma criança quatorze anos depois, lembro do nosso amor inocente. então arrepio.
e nesse vai-e-vem de jogos, fico na tristeza, na tristeza mais real.
misturando a loucura de agradecer, com a real gratidão
com a saudade mais extrema e a pimenta mais picante:
sinto como se minha língua não mais existisse!
sinto, também, que meus pés, não mais tocam o chão..
sinto como se um pedaço de mim tivesse pulado fora dizendo que tudo vai ficar bem, mesmo sem a parte mais importante do corpo: o coração.
sinto, mesmo que não, sua presença mais forte a cada dia que passa e quanto mais entendo o que acontece.
sinto sua mão tocando meu rosto e seus olhos me encarando, suplicando: "salve-me!"; mas não pude e abandonei quando não deu pra mim, egoístizando nossa relação.
e todo dia que ouço ''um dia frio.. um bom lugar pra ler um livro, e o pensamento lá em você, e sem você eu não vivo..'', lembro do meu desprezo. então choro.
e toda noite, quando vejo a foto do menino mais novo que eu, sete anos, que se diz a mesma criança quatorze anos depois, lembro do nosso amor inocente. então arrepio.
quarta-feira, 7 de março de 2012
Mundo
Mundo, lugar onde nasce tudo,
Nasce a infância, o sonho,
Onde nasce o amor, a primavera,
Lugar onde nasce a Escola, os animais e tudo mais.
O mundo é onde surge a alegria,
A saudade, que por sorte não tem idade,
O lugar ideal para todo ser vivo,
Aonde tem o frio, calor e o amor.
O mundo que as vezes é esquecido,
Pela ambição e a maldição
Mas que pelo outro lado,
É reconstruído pela compaixão e muita boa vontade.
Onde existe pessoas más e boas,
Pessoas maravilhosas, mas muito vaidosas,
Seres possuídos de drogas,
Pessoas morrendo de fome, e outras no bem-bom.
Hugo Gontijo Machado /my nanas fest folia dez nininhos de idade, gacinha neném [tradução: meu irmão com 10(dez) anos de idade]
segunda-feira, 5 de março de 2012
Sobre Gramáticas
Quando se fala de gramática, muitos temos medo de estar falando ou escrevendo algo errado, pois ela é cheia de pequenas regras, que, infelizmente, é passados até hoje nas escolas. Infelizmente sim, porque, como diz no artigo, que professor espera que os alunos escrevam ''vós ides'' em redações? Mas a ''norma culta'' ensina, que devemos escrever assim.
O que mais me chamou a atenção, foi o trecho: ''Nunca se ouve, numa festa, ou em mesa-redonda, alguém perguntar pela classificação de ''exceto'', ou se ''fantasma'' é abstrato. Mas todos querem saber se a pronúncia correta é ''ibero'' ou ''ibero'' ''. Realmente, no nosso meio, todos estão preocupados com a forma de escrita, poucos são os que se preocupam com o que é, o que significa (lembrando, sempre, que nem tanto o significado, mas a forma escrita e até mais a falada, varia diante a região, a cultura e, menos mas também, o desconhecimento da linguagem dita como padrão). Diz no artigo, que Camões escreveu: ''cesse tudo o que a musa antiga canta/ que outro valor mais forte, se alevanta''. Todos pensávamos que ''alevantar'' fosse erro de caipira, mas se assim fosse, muitos de nossos escritores seriam caipiras! Esses ''erros'' são bastante presentes em meios de pessoas com pouca (ou nada) escolaridade. Se pesquisarmos mais profundamente, veremos que a história nos mostra que, não tivemos, nunca, uma língua perfeita, pois o que pode ser ''errado'' hoje, pode ter sido, ou pode vir a ser, o jeito mais elegante de dizer ou escrever.
Quando pensamos em tudo que foi dito, podemos notar algo bastante presente: o 'preconceito linguístico''. Estudiosos afirmam que esse tipo de preconceito só é presente em alguns grupos sociais, como pobres, negros, índios ou mulheres, antes descriminados por outros motivos. Acredito que conforme o tempo passar, não vai deixar de existir, mas será algo menos discutido.
Explica o famoso professor Pasquale (há tempos); pode até ser julgado errado quem escreve ''cê foi'', ou ''eles foi'', mas não deve ser julgado errado quem apenas diz, afinal, um povo veio carregando um grande fardo cultural, pois são saberes passados de pessoas por pessoas há tempos! E para aqueles que julgam desleixo no ensino, podem notar, que ninguém diz ''nós vou''. A história nos ensina, que, com toda certeza, tudo muda, mas nem por isso melhora ou piora. Nem por isso, significa que a linguagem veio a perder sua qualidade. Com o passar dos anos, a sociedade evoluiu (no sentido de mudar) muito quanto à linguagem. Já a ''norma culta'', nem tanto.
Apesar de tudo que foi dito, claro que também não é errado dizer ou escrever corretamente diante a norma culta! (risos)
O que mais me chamou a atenção, foi o trecho: ''Nunca se ouve, numa festa, ou em mesa-redonda, alguém perguntar pela classificação de ''exceto'', ou se ''fantasma'' é abstrato. Mas todos querem saber se a pronúncia correta é ''ibero'' ou ''ibero'' ''. Realmente, no nosso meio, todos estão preocupados com a forma de escrita, poucos são os que se preocupam com o que é, o que significa (lembrando, sempre, que nem tanto o significado, mas a forma escrita e até mais a falada, varia diante a região, a cultura e, menos mas também, o desconhecimento da linguagem dita como padrão). Diz no artigo, que Camões escreveu: ''cesse tudo o que a musa antiga canta/ que outro valor mais forte, se alevanta''. Todos pensávamos que ''alevantar'' fosse erro de caipira, mas se assim fosse, muitos de nossos escritores seriam caipiras! Esses ''erros'' são bastante presentes em meios de pessoas com pouca (ou nada) escolaridade. Se pesquisarmos mais profundamente, veremos que a história nos mostra que, não tivemos, nunca, uma língua perfeita, pois o que pode ser ''errado'' hoje, pode ter sido, ou pode vir a ser, o jeito mais elegante de dizer ou escrever.
Quando pensamos em tudo que foi dito, podemos notar algo bastante presente: o 'preconceito linguístico''. Estudiosos afirmam que esse tipo de preconceito só é presente em alguns grupos sociais, como pobres, negros, índios ou mulheres, antes descriminados por outros motivos. Acredito que conforme o tempo passar, não vai deixar de existir, mas será algo menos discutido.
Explica o famoso professor Pasquale (há tempos); pode até ser julgado errado quem escreve ''cê foi'', ou ''eles foi'', mas não deve ser julgado errado quem apenas diz, afinal, um povo veio carregando um grande fardo cultural, pois são saberes passados de pessoas por pessoas há tempos! E para aqueles que julgam desleixo no ensino, podem notar, que ninguém diz ''nós vou''. A história nos ensina, que, com toda certeza, tudo muda, mas nem por isso melhora ou piora. Nem por isso, significa que a linguagem veio a perder sua qualidade. Com o passar dos anos, a sociedade evoluiu (no sentido de mudar) muito quanto à linguagem. Já a ''norma culta'', nem tanto.
Apesar de tudo que foi dito, claro que também não é errado dizer ou escrever corretamente diante a norma culta! (risos)
domingo, 4 de março de 2012
apesar de você, apesar de mim, apesar de você e de mim.
apesar dos olhos, dos olhos teus, que tanto fascinam e dominam;
apesar dos cantos, dos cantos teus, que tanto admiro;
apesar dessa fala, dessa fala desordenada, sem sentido e misteriosa, que me abala;
apesar do seu não, do seu não confuso, esquecido (pois você esqueceu do que éramos), que me entristece e me faz chorar;
apesar dessa distância, dessa distância, que tanto teimo me cansando de xingar e lutar;
apesar dessas idas, dessas idas de loucura, que me acertam e me deixam confusa;
apesar desse amor, desse pouco amor que sobrou dentro de você por mim, do qual tão pouco, me entristece mais ainda;
apesar dos seus beijos, daqueles beijos, cheios de paz e inocência, que você teima em não querer mais;
apesar dos olhos, dos olhos teus, que me hipnotizaram pra vida toda, me deixando sem rumo;
apesar de você, de você insistir no fim desse amor, de você caminhar sozinho acompanhado de outras flowers, de você tentar matar tano isso que és, eu o amo. amo muito. mais do que qualquer poeta, mais do que o passarinho que passa, mais que o sol quando canta a lua, mais que os cachorros quando brincam com seus donos. mais do que qualquer coisa, mais que todo o horizonte céu azul. opção
apesar dos cantos, dos cantos teus, que tanto admiro;
apesar dessa fala, dessa fala desordenada, sem sentido e misteriosa, que me abala;
apesar do seu não, do seu não confuso, esquecido (pois você esqueceu do que éramos), que me entristece e me faz chorar;
apesar dessa distância, dessa distância, que tanto teimo me cansando de xingar e lutar;
apesar dessas idas, dessas idas de loucura, que me acertam e me deixam confusa;
apesar desse amor, desse pouco amor que sobrou dentro de você por mim, do qual tão pouco, me entristece mais ainda;
apesar dos seus beijos, daqueles beijos, cheios de paz e inocência, que você teima em não querer mais;
apesar dos olhos, dos olhos teus, que me hipnotizaram pra vida toda, me deixando sem rumo;
apesar de você, de você insistir no fim desse amor, de você caminhar sozinho acompanhado de outras flowers, de você tentar matar tano isso que és, eu o amo. amo muito. mais do que qualquer poeta, mais do que o passarinho que passa, mais que o sol quando canta a lua, mais que os cachorros quando brincam com seus donos. mais do que qualquer coisa, mais que todo o horizonte céu azul. opção
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