era uma vez um choro. ele fazia planinhos com o sol. os dois desejaram me atacar, me atacaram então.. minhas lágrimas pediam pra sair e eu olhava pra cima num desesperado ato, idiota, de conte-las enfim, mas de nada adiantava, ou melhor, só pirava; olhava pra cima, e o sol, insistente estava lá pra me atazanar que saco.. meus olhos, agora negros de queimado, ardiam muito; eu já chateada procurava uma sombra e um lenço, mas eu estava tão perdida, no meio de um deserto às uma e trinta e cinco da tarde de um domingo, jasmin. tentava de tudo e de nada adiantava; pois é, vivian. vadia
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