Quando uma poesia você vê,
entende exactamente o que lê?
Quando uma poesia você lê,
sabe exactamente do que se trata?
Falando de amores ou vira-latas?
Todo mundo entende aquilo que tá escrito,
mas com medo do erro, eu até me(te) desacredito.
Te desacredito do amor e da dor,
do ganho e da perda..
Sempre ando à esquerda, tentando me livrar dela
entende exactamente o que lê?
Quando uma poesia você lê,
sabe exactamente do que se trata?
Falando de amores ou vira-latas?
Todo mundo entende aquilo que tá escrito,
mas com medo do erro, eu até me(te) desacredito.
Te desacredito do amor e da dor,
do ganho e da perda..
Sempre ando à esquerda, tentando me livrar dela
[que, pra mim, é sempre a mais bela]
Sei que nunca entenderás,
esses versos (tão singelos versos),
da maneira que eu queria.
Mas quem sou eu pra ditar,
em que você deve acreditar?
Sei que meu peito vai doer
quando você por aqui passar,
e sem nem mais um 'ás', vai me virar.
Virar de cabeça pra baixo,
me deixar cabisbaixa.
Mas tudo bem se no fim,
nada mudar e você aqui se encaixar.
[meu coração, empolgado, o aguarda]
Mas tente ler essa prosa,
com o conhecimento daquilo que disse outrora
quando te vi nascer na aurora.
Era tão cedo, mas pensando assim, sempre me perco.
Me perco no teu silêncio que contradiz todo nosso passado
Mas tente ler essa prosa,
não como leu a passada ou lerá a próxima.
Leia-a como se estivesse aqui.
Leia-a como se não tivesse a liberdade de ler dessa vez..
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