há tempos mesmo que não te escrevo, blogspot! você tinha se tornado tão impossível, longínquo. impossível, improvável. como uma maçã pra lixeiros.. ou prisão à queles.. (2) mas não pela falta de computador (que, convenhamos, ajuda muito nessa distância), mas por aquele sentimento que tantos irmão eu já citei. aquele que eu não sabia, não conhecia. nem conheço ainda, pra falar a verdade. mas já passou, já passou, que sabe outro dia..
vamos lá, caros e caras amigos e amigas, quem aqui sabe qual é a verdade pra eu passar de fase? por favor, se sabem, não me escondam! as vezes, o bom é procurar, mas também cansa. mas que drogssssa de vida sexual contínua que nunca termina pr'um mendigo. se nasceu, é porque não tem mais volta, nem se morrer. já era. bate em seus pais, então! panaca.
vamos lá, caros e caras amigos e amigas, quem aqui sabe qual é a verdade pra eu passar de fase? por favor, se sabem, não me escondam! as vezes, o bom é procurar, mas também cansa. mas que drogssssa de vida sexual contínua que nunca termina pr'um mendigo. se nasceu, é porque não tem mais volta, nem se morrer. já era. bate em seus pais, então! panaca.
mas nem era disso que eu falava..
eu falava do amor, eu falava do tempo, eu falava até o que não estou falando. eu falava do que eu penso, e acredite, eu tenho tanto à dizer! eu falava do que sinto, falava de culpa, arrependimento, eu falava tudo de novo, repetindo como um papagaio, tudo que eu já havia falado. eu falava de mim, de você, dele, dela, de todos, falava do que sabia e até do que eu não sabia, na maioria das vezes, eu era até hipócrita! eu contava histórias, dava explicações à quem queria tê-las de mim, falava de flores e até de televisão.
mas agora.. hoje.. aaah..
mas agora.. hoje.. aaah..
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