olha, em relevo, estes sinais em mim,
não das carícias (tão leves) que fazias no meu rosto:
teu menino, que ao sol-posto, perde a a sabedoria das crianças.
A falta que me fazes não é tanto à hora de
dormir, quando dizias ''Deus te abençoe'', e a noite se abria em sonho.
É quando, ao despertar, revejo a um canto a noite acumulada de meus dias,
e sinto que estou viva, e que não sonho.''
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