diioário. faz todo sentido depois de alguns drinks! sem ela, não há mais ela!
fgd
quando alguém te elogia, pode ser que ela esteja, ou mentindo, ou o pior!:, falando a verdade. se eles estiverem falando a verdade, eles estão sendo leais e esperam sua lealdade de volta, mas eu sou meio mesquinha e não quero retribuir essa lealdade. qualquer que seja o elogio, vamos pulá-lo!
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
rastriações orgásmicas II
tinha cabelos longos quando falamos-nos pela primeira vez. depois, quando fui vê-lo, já tinha o cabelo bem curtinho, mas sempre lisinho, bonitinho. não sei como, mas quando vi sua foto pela primeira vez, tudo que conseguia pensar era em como ele era nu.. tinha conversas engraçadas. era meio estranho. lembro-me uma vez que ficou quase um mês sem falar comigo, devia estar passando por momentos difíceis. fiquei deveras chateada. não por algo que tenha feito, mas por não ter tido notícias suas.. tudo poderia ter acontecido. então você volta e me faz prometer nunca mais ficar tanto tempo sem nos falar. sempre me pareceu muito confuso, agora eu tinha certeza que era. lembro-me bem, enviei-o uma carta certa vez, então ele me respondeu: ''sua carta ficou muito linda ._. sua atitude foi uma coisa muito linda, não vou conseguir retribuir, e nem esconder todo meu amor, em forma de clichês for you forever =)'' nem escondeu mesmo, mas retribuiu. lembro-me também, da primeira vez que o vi. eu estava sem meus óculos, então eu não enxergava direito. me viu e me abraçou, sem nada dizer. era tão eufórico e desesperado, que tive que suplicar por mais três segundos de abraço. era tão preocupado. como se eu fosse, realmente, alguma hora importante. tinha uns olhos.. olhos negros. negros olhos. tão confusos. olhavam fixos para os meus, implorando socorro. temo não ter ajudado nem sequer um pouquinho.. quando lembro, só consigo ver uma imagem preta e branca deles, seus olhos. impressionante como era a primeira pessoa que se aproximara de mim, que não tinha olhos dissimulados. desculpa os meus serem. não sei por qual motivo não consegui manter a promessa de contactar-lhe com mais freqüências. sei que foi algo que eu disse. eu me lembro de dizer. mas estava confusa. não queria mais querer ter o que não tinha. mas eu vi que e tenho! não sei como você fez isso. antes eu era até forte, mas acho que você me enfraqueceu bastante. fez alguma mentiras se tornarem expostas.. trouxa boboca.
[meu amor, meu grande amor.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Um 'treixo' [hilário] que vi (e adorei) do Osório Barbosa
"Cicero Augusto Pujol Correa" <xxxxxxxxxx> 07/29/11 2:35 pm >>>
"Feixo", Osório?
É nisso que dá escrever errado por graça.
Pára de ler porcarias como La Allende, que é merda pura,
E VAI LER UM BOM DICIONÁRIO, como o Houaiss, por ex.
Ou pede emprestados os bons clássicos do Luiz.
Abraços
Cícero”.
>>> "Osório Silva Barbosa Sobrinho" <xxxxxxxxxxx > 12 Agosto, 2011 >>>
"Feixo", Osório?
É nisso que dá escrever errado por graça.
Pára de ler porcarias como La Allende, que é merda pura,
E VAI LER UM BOM DICIONÁRIO, como o Houaiss, por ex.
Ou pede emprestados os bons clássicos do Luiz.
Abraços
Cícero”.
>>> "Osório Silva Barbosa Sobrinho" <xxxxxxxxxxx
Caroas todoas,
Nesse mal hábito de enviar poesias todas as sextas-feiras, uma das mais gratas “amizades” que construí ao longo de mais de dez anos foi a entabulada com Cícero Augusto Pujol Correa!
Afinal, quem é o tal Cícero, que ainda por cima é Augusto?
Pouco sei e, dentre o que sei, ao que me consta:
Zero: logo que ele começou a escrever na rede do MPF, percebemos (para desespero de algumas!) que ele escreve como se poetasse! Separa as palavras por linhas e o seu texto fica na forma de poema.
Primeiro: é meu colega de trabalho faz quinze anos (entrei no MPF em 1995 e ele, acredito, em 1996);
Segundo: é gaúcho, eu amazonense;
Terceiro: ele mora no Rio Grande do Sul, eu em São Paulo a mais de dez anos;
Quarto: ele é rico, eu, nem tanto;
Quinto: nunca nos vimos pessoalmente.
Sexto: Desde que o cara por cá chegou, vive pegando no meu pé! Parece que tem prazer em ler o que escrevo apenas para criticar!
E como fico feliz com suas críticas, pois, além da faculdade de Direito, ele cursou, também, e é formado em Letras!
Se me critica, é fato que me lê! Brigadão, gordinho da foto!
(o vi uma vez em foto abraçado com um touro ou uma vaca, não recordo).
Se nunca o vi mais gordo (mais magro muito menos!), lembro que, dia desses, liguei para ele.
Apesar de já termos trocado e-mails unilateralmente, o cara foi extremamente grosso, de uma frieza atroz!
Parecia cansado e impaciente, torcendo para que eu dissesse até logo. Foi o que fiz assim que apareceu a oportunidade e disse para mim mesmo: esse nunca mais vai trocar e-mail comigo, pois parece que não gostou da minha linda voz e do meu incômodo.
Poucos dias depois, ele me aparece de novo, como se nada da sua falta de educação tivesse ocorrido.
Fiquei desconfiado mas aceitei a mensagem dele como um pedido de desculpa. Depois evolui: o cara é grosso mesmo! Deve ser aluno do Analista de Bagé, mas descobri (ele disse) que ele detesta o Luis Fernando Veríssimo!
Devem ser rivais nos coices!
Depois de ler algumas coisas sobre “teoria da comunicação”, passei a prestar mais atenção à comunicação em si que à gramática e isso desesperou o bacharel em letras, que não perde uma oportunidade de exercer a função que mais gosta: ser meu corretor eletrônico, embora eu já lhe tenha dito que não tenho mais cura (geito, para seu desespero)!
Assim, em sua homenagem, passei a grafar gaúxo assim! Ele, certamente, vai à loucura.
Dia desses o flagrei numa falta ao usar o verbo haver para indicar tempo passado: ele escreveu “há x anos atrás”. Deixei passar, mas, diante de uma de suas muitas lições, relembrei para ele a regra. Ele calou.
Certa vez me disse que eu lhe tinha “feito uma desfeita”, mas não disse qual.
Nunca tive oportunidade de desculpar-me, por não lembrar da tal desfeita, embora tenha-a procurado e uma das coisas que menos quero na vida é “desfeitear” os outros, embora, reconheça, como costumo ser chato, que isso possa ocorrer facilmente, mas tudo por mera curiosidade e necessidade de aprender com quem sabe. É o caso.
Pensei que da parte do senhor Pujol, havia malquerência contra minha augusta pessoa, mas eis que, ao sair de férias em junho, recebi do Correa um dos maiores presentes que essa minha vida curta de aprendiz de tentador de escrivinhador me proporcionou.
Vejam com o que ele me brindou, sob o título “BOAS FÉRIAS! Re: [prosa] POESIA: deleite-se ou delete-me”:
"Cicero Augusto Pujol Correa" <xxxxxxxxx> 06/26/11 1:55 pm >>>
E QUE ASSIM VOLTES
Disposto
A brigar, lutar, soçobrar,
A falar, cantar, escrever,
A amar, logo andar ao léu,
Sai, vai (já, agora) para
Viver ao que lhe Deus dar
loucuras a varrer fazer
Dormir sob o véu do céu
E...(na volta)
A trabalhar,
Que até os outros precisam
Do seu descanso também,
Qual Brandão do suspensório
Todos juntos avalizam
Que não existe ninguém
Como o louco louco d'Osório!”
A brigar, lutar, soçobrar,
A falar, cantar, escrever,
A amar, logo andar ao léu,
Sai, vai (já, agora) para
Viver ao que lhe Deus dar
loucuras a varrer fazer
Dormir sob o véu do céu
E...(na volta)
A trabalhar,
Que até os outros precisam
Do seu descanso também,
Qual Brandão do suspensório
Todos juntos avalizam
Que não existe ninguém
Como o louco louco d'Osório!”
O que posso dizer, diante de tão aconchegante prova de carinho e distinção?
Numa música (Eu quero), Nelson Gonçalves diz que “ninguém é poeta por saber rimar”! Porém o Cícero...
Dar nada posso, pois tenho tão poucos bens materiais, mas, em compensação, tenho um patrimônio infinito de carinho, respeito e admiração, que já eram seus Cícero de há muito tempo, mas que com a tua lembrança e perda de tempo em escrever o acima acabaste por consolidar em toda a extensão que é possível adquirir um admirador de fato e de direito, pois agora tens a posse e a propriedade do meu coração.
Não deixe de ser malcriado, como demonstra este seu outro escrito (logo abaixo, e elaborado após o acima), pois passei a compreender a sua necessidade de tentar, qual Quixote, consertar os tortos e corrigir as injúrias, protegendo as damas e as crianças e levando a força de sua “espada” (que é a sua verve) a quem dela precisar na correção dos agravos e das injustiças (mesmo que sejam à gramática).
30 loucos nadando
na branquíce da imunda sabedoria exposta sem rosto da solidão do meu pensar, vejo borboletas amarelas que insistem em dizer que a vida é bela. quando vai jogar suas cascas fiéis, cabelos d'água caem em meus pés, aterrorizando-me sobre o dia, encalhado em grandes galerias, de amanhã.
novo velho perdido nascente 20reais querida gatíssima deprê.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
rastriações orgásmicas 1
como um anjo. ela era como um anjo. seus traços, sua voz, seus cachos.. negros cachos. tinha olhos leves e grandes, pareciam folhas secas. o jeito que andava, era o mais engraçado que já vi. sempre reparo os jeitos de andar, e o dela, era o mais engraçado. ainda mais naquela vez que se machucou, andava meio mancando. era hilário! ela era doce, mas era azeda; era calma, mas era agitada; era corajosa, mas tinha muito medo. a pessoa mais bela que já vi. uma graça! pena ser tão azul, adoraria que fosse amarela! tinha sempre em mente o que gostaria de ter em mãos. algo bem sentimental. ela não tinha nada material, deixou tudo pra trás quando resolveu partir. só levou algumas cartas.. cartas de amor. amor em cartas. lindas cartas, cheirosas, rosadas, adoráveis! me lembro do dia que li uma, nesse dia, entendi porque ela havia partido. era lindo o amor. era o sentimento mais bonito que já vi. mas antes de partir de vez, ela sofreu muito. me lembro muito bem. passava o tempo todo com qualquer um, sem se importar se faria alguém sofrer, exceto uma pessoa, mas nesse meio tempo, não tinha como ela fazer isso. só se morresse. mas ela fez mesmo muita gente chorar, inclusive ela mesma. ela chorou só no começo mesmo, depois ela entendeu que tudo bem ela fazer essas coisas, essas maldades, tudo bem ser uma 'vaca egoísta', se no final, ela ia conseguir o que queria. mesmo sabendo que essas maldades poderiam acontecer com ela também, mas, porra, ela não sabe o que vai acontecer daqui 1 segundo,como saber o que acontecerá daqui 4 anos? ela só sabe que a vida e surpreende. mesmo tendo poucas pessoas surpreendentes. e pior, como saber o que ela irá achar sobre relacionamentos daqui 4 anos? hoje ela achava que não existia traição, porque é feio poder ver uma pessoa só. se reprimir à isso. no futuro, quem sabe, ela ainda pense assim. talvez não. tomara que não, porque isso fode, sempre, com tudo. é por isso que ela era tão fodida. em todos os sentidos. mas ela continuava linda. divina. mesmo sendo tão cruel. no fundo, no fundo, acho que a entendia. ela tinha medo de ficar sozinha. não depois, com 78 anos, mas agora.
e aconteceu exactamente como ela disse que iria acontecer. foi assim que surgiu o fundo. o oceano de bem colorido, as bonecas de porcelana, e sua pele macia como essas penas. não sei onde encontrá-los, mas sei que eles vão vir atrás de mim, correndo, como se a terra abrisse um buraco atrás deles, e o sol queimasse cada folha seca que caísse das árvores, como se o amor corresse na frente e gritasse: "venham, me peguem!" e o vento abriu um espaço vácuo. e a gente, nós, pobres seres, ficamos sem respirar por algum tempo, vendo as pessoas, que são felizes, nas suas pequenas caixas.. se fecharem! e assim foi, se foi.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Nat, Nat, quem é você, que apenas sorri, inventando e fudendo com a minha cabeça?
nat, nat, nat. como se nada mais importasse.
nat, nat, nat. como se a vida minha não me pertencesse.
nat, nat, nat. como se sua saia rodada de cetim fosse adorável.
nat, nat, nat. como se soubesse tudo ao meu respeito.
nat, nat, nat. como se eu me importasse.
nat, nat, nat. como se teus seios fossem perfeitos.
só não me perturbe agora, now.
nat, nat, nat. como se você ao mesmo tempo fosse tudo e não fosse nada.
quando eu passo e vejo diversas árvores e pássaros no caminho, me lembro quem foi que me ensinou à amar tudo isso e à seguir em frente mesmo estando só, porque no fim, você vai estar lá, né? sempre esteve. sempre vai estar. porque?
é engraçada.. seu sorriso. é um pouco confuso. porque você me bate e diz me amar? porque me magoa e depois eu tenho de te perdoar?
saiba você, que, agora, tudo que eu queria era sua morte. ou talvez mais uma de suas fugas. queria que me deixasse em paz. mesmo sendo tão adorável. obrigada por ser tão mentirosa e me ensinar. isso me deu uma vida por uns tempos. pena eu ser tão fraquinha, blá-blá-blá, gayzinha. realmente você é a melhor, agora.. que tal ir embora? deixe-me aqui. tudo que você tinha pra me dizer, eu já sei agora! e não tenho mais nada pra te falar. meu bebê, meu bebê, meu bebê.
nat, nat, nat. como se a vida minha não me pertencesse.
nat, nat, nat. como se sua saia rodada de cetim fosse adorável.
nat, nat, nat. como se soubesse tudo ao meu respeito.
nat, nat, nat. como se eu me importasse.
nat, nat, nat. como se teus seios fossem perfeitos.
só não me perturbe agora, now.
nat, nat, nat. como se você ao mesmo tempo fosse tudo e não fosse nada.
quando eu passo e vejo diversas árvores e pássaros no caminho, me lembro quem foi que me ensinou à amar tudo isso e à seguir em frente mesmo estando só, porque no fim, você vai estar lá, né? sempre esteve. sempre vai estar. porque?
é engraçada.. seu sorriso. é um pouco confuso. porque você me bate e diz me amar? porque me magoa e depois eu tenho de te perdoar?
saiba você, que, agora, tudo que eu queria era sua morte. ou talvez mais uma de suas fugas. queria que me deixasse em paz. mesmo sendo tão adorável. obrigada por ser tão mentirosa e me ensinar. isso me deu uma vida por uns tempos. pena eu ser tão fraquinha, blá-blá-blá, gayzinha. realmente você é a melhor, agora.. que tal ir embora? deixe-me aqui. tudo que você tinha pra me dizer, eu já sei agora! e não tenho mais nada pra te falar. meu bebê, meu bebê, meu bebê.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
eu não vou chorar na cara de ninguém. hahahahaha eu to é rindoooo..
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