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quando alguém te elogia, pode ser que ela esteja, ou mentindo, ou o pior!:, falando a verdade. se eles estiverem falando a verdade, eles estão sendo leais e esperam sua lealdade de volta, mas eu sou meio mesquinha e não quero retribuir essa lealdade. qualquer que seja o elogio, vamos pulá-lo!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Nat, Nat, quem é você, que apenas sorri, inventando e fudendo com a minha cabeça?

nat, nat, nat. como se nada mais importasse.
nat, nat, nat. como se a vida minha não me pertencesse.
nat, nat, nat. como se sua saia rodada de cetim fosse adorável.
nat, nat, nat. como se soubesse tudo ao meu respeito.
nat, nat, nat. como se eu me importasse.
nat, nat, nat. como se teus seios fossem perfeitos.
só não me perturbe agora, now.
nat, nat, nat. como se você ao mesmo tempo fosse tudo e não fosse nada.
quando eu passo e vejo diversas árvores e pássaros no caminho, me lembro quem foi que me ensinou à amar tudo isso e à seguir em frente mesmo estando só, porque no fim, você vai estar lá, né? sempre esteve.  sempre vai estar. porque?
é engraçada.. seu sorriso. é um pouco confuso. porque você me bate e diz me amar? porque me magoa e depois eu tenho de te perdoar?
saiba você, que, agora, tudo que eu queria era sua morte. ou talvez mais uma de suas fugas. queria que me deixasse em paz. mesmo sendo tão adorável. obrigada por ser tão mentirosa e me ensinar. isso me deu uma vida por uns tempos. pena eu ser tão fraquinha, blá-blá-blá, gayzinha. realmente você é a melhor, agora.. que tal ir embora? deixe-me aqui. tudo que você tinha pra me dizer, eu já sei agora! e não tenho mais nada pra te falar. meu bebê, meu bebê, meu bebê.

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